Tua franjinha anos 70 me conquistou, acho que
minto, pois teu sorriso, teu jeitinho aloprado, a maneira de gesticular ao
falar e teu rosto de menina que sabe bem aonde que chegar é o que me fez ficar
assim: pseud-apaixonado. Demonstrasse-me ser livre pra fazer o que te faz feliz
sem se importar com o mundo que te cerca. Mas teu olhar foi cravado na minha
memoria como vazão tatuagens nas peles alheias, agora permaneço pensando em
você sem saber se um dia irei te rever.
Não tenho como acreditar em destino, vem de
dentro este ceticismo que me faz ser eu em todas as etapas do tempo corrente. Não
consigo vê certezas absolutas ou absorver magica nas ações da vida, mas como
explicar o conjunto de acontecimentos do cotidiano que me levaram até você?
Sendo o mais racional possível à explicação é simples, tem um inicio e um fim,
pois todos nós tínhamos que está lá para tentar o nosso futuro, pagávamos os
nossos sonhos, o que nos aproximou foi os círculos sociais que compartilhamos.
Mas que te segurou lá até
eu chegar? Quem pode me dizer que alguém não cogitou me dar uma carona pra esse
fim. Poderia ter ficado horas esperando o transporte como é de costume no meu
dia a dia, contudo no dia que te conheci as coisas foram de um tom diferente,
de um novo colorido que não posso explicar com tinta de caneta, que o preto não
expressa a alegria e a calma que meu corpo sentia no dia que te avistei pela
primeira vez, agora o grande problema é que eu não sei teu nome.
Muito bom, ainda bem que você voltou a publicar.
ResponderExcluirTamos de volta e sempre juntos. Vlw o/
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