Desconectando
da realidade que o cerca, numa desconstrução, em um vago espaço de tempo em que
tudo se separa no ar, moléculas de gás, amores banais e coisas que a gente não
pode entender. As mentiras da TV não o seduz mais como antes, as crises do
mercado não fazem mais a diferenço no preço do café e do açúcar.
Despede-se
de tudo
Pegando
um trem
Cheio de
esperança
De ser o
que pensa
Os caminhos
que cruzam vidas, metrópoles, as pessoas que se encontra num desencontro,
esquinas e pactos mortais. Amores de uma noite e livros banais. Formulas para a
felicidade. Atores no palco em quanto os deuses jogam dados, tomando doses homeopáticas
de BR-101. É a vida no
seu mais completo caos, que não podemos decifrar se temos destinos ou somos
livres, se tudo é prescrito por uma força maior ou nossas escolhas fazem a
diferença.

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