A procura pelo ARKHÉ levou os filósofos
gregos a construir vários ideias sobre o que constitui o cosmo, para Tales,
tudo era água, já Anaximandro, acreditava no indeterminado e por ai vai... Muitas vezes as pessoas ao nosso redor fazem o papel da água na hidrolise,
transformando sentimentos grandes em coisas pequenas, e o que tem a ver o ARKHÉ com isso? Calma,
eu vejo que à procura pela felicidade (pelo AMOR) seja o ARKHÉ de nossos dias,
porem a “felicidade” é idealizada pela mídia, dessa forma tornasse uma procura
vaga, sem respostas.
Como seguir os padrões, como amar alguém
que endeusa os modelos da TV (serio to vendo que na construção do meu ARKHÉ tem
mais perguntas do que respostas..). Ora isso é bom de mais! Lembrei da mosca
que só escolhe o alvo quando está no ar, é caminhando que se faz o caminho, não
é.
Ensinaram-me que é melhor ter
perguntas do que resposta para tudo. Os livros me disseram que procurar não é o
mesmo que encontrar. Que tem coisas na vida sem respostas. Que ela (a vida) é um quebra-cabeça
que tentarei montar por muito tempo e quando falta apenas uma única peça, perceberei
que nem tudo vale apena.

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