Eu abri a
janela e senti falta do canto desafinado,
Dos gritos, das
pernas tortas, da alegria de viver.
Ele não
estava lá com sua: inteligência de ser livre,
Na alegria
dos fins de tarde, dos voos da imaginação
de minha
infância.
O
maior dos atores que eu já assisti.
O senhor
Pardal, que se fingi de praga
Para não
virar prisioneiro.

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