Nos
folhetins de jornais, nas televisões espalhadas pelas salas de estar e quartos
de dormi, o tempo estampa em letras garrafais “à vida segui”, em cada cabeça
uma medida, uma velocidade. Os planos
quebrados em um leito de morte, os planos criados em meio às juras de amor
eterno feitas no colegial, à vida segui. Os planos quebrados em meio a um coma
profundo, os amores que nascem a parti de um coma profundo, à vida segui.
A nossa
vida é um rio que corre para o mar, não construa barreiras, deixe ela seguir.

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