Numa metrópole, dentro de um avião rasgando os céus, longe das capitais ou perto de um coração selvagem, ainda sou quem sempre fui, um nada, que pode ser a imensidão azul . É isso que acontece quando estamos longe de nos mesmos, será que podemos? Onde estaremos? No olhar de quem nós amamos, nas paginas dos jornais, numa tragada de cigarro ou em um gole de café! Nunca estamos em consenso com nós mesmos, as idéias sempre vão pelo ralo, pela via da perda. Ai quem nunca teve um amor impossível, não sabe o que é amar por amar.
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